Desde que a humanidade aprendeu a domesticar animais, a nossa relação com os bichinhos tem se tornado a cada dia mais simbiótica e afetiva. Sobretudo na contemporaneidade, época em que a solidão parece ter ganhado contornos de patologia social, os pets são, para muitos, o que mais se aproxima de uma família (você já deve ter ouvido por aí a expressão “pai de pet”).

Muitos casais, inclusive, tem optado por postergar a experiência de ter filhos e adotado animais de estimação (em muitos casos com a perspectiva de que cuidar conjuntamente de um pet poderia servir de “fase preparatória” para a paternidade/ maternidade). Acontece que, quando o relacionamento acaba, a disputa pela “guarda” dos bichinhos pode acabar sendo, inclusive, mais dramática do que costumam ser as lides pela guarda de crianças. Foi o que aconteceu recentemente nos Estados Unidos.

Uma juíza chamada Judy Sheindlin revelou-se muito criativa no tribunal enquanto presidia um caso de propriedade de cães. Havia muita conversa de ambos os lados, mas só havia uma maneira de provar quem realmente era o dono desse cachorro: deixar o animal responder por si mesmo! E foi isso que aconteceu…

A juíza ordenou que o cão fosse colocado no chão para ver para quem correria. Dê uma olhada no vídeo abaixo e veja esse desfecho inesperado! Confira:

 

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