“Vivemos em um mundo, etc” será? Vivemos ou repetimos? Pensamos realmente e decidimos? Criamos de verdade?

A Organização das Nações Unidas foi responsável por espalhar pelo mundo um ensino que não está voltado ao desenvolvimento cognitivo e ao saber/conhecimento mas ao controle psicológico e comportamental, abandonado a verdadeira educação, presente, por exemplo, nas 7 artes liberais do Trivium e Quadrivium, mediante técnicas de engenharia social, utilizadas primeiramente em seitas, para moldar o novo homem politicamente correto, transhumano e fluído aos comandos psicológicos do poder.

Respondendo às agendas internacionais revolucionárias de forma histérica pela dinâmica de grupo e pela interproteção mafiosa de uma coletividade de condicionados na caixa de Skinner; incapaz de transcender sua subcultura criada de forma artificial; ser este que, quando defrontado a pensamentos e ideias de fora de seu delírio ideológico ataca em bando e reage instintivamente a palavras gatilho: sendo submisso à uma nova ordem mundial e sem fronteiras, sem Deus, sem tradição, sem família, sem moral Cristã, sem normas consuetudinárias, sem Filosofia Clássica e escravo dos prazeres efêmeros e de drogas; o tal “estudante crítico” estimulado pela revolução sexual frankfurtiana e por pedagogas e psicólogas adeptas a niilismos e behaviorismos globalistas.

Gramsci fluiu de forma magistralmente complementar a tudo isso através de Paulo Freire e imputou ao Brasil uma política educacional fatalmente mais diabólica e perversamente prejudicial ao cérebro humano, mas essa análise fica para uma outra vez.

 

Por Rodemaker Barbosa

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